terça-feira, 26 de junho de 2012
segunda-feira, 25 de junho de 2012
Bom é que não esqueçais (Fernando Pessoa)
Bom é que não esqueçais
Que o que dá ao amor rara qualidade
É a sua timidez envergonhada
Entregai-vos ao travo doce das delicias
Que filhas são dos seus tormentos
Porém, não busqueis poder no amor
Que só quem da sua lei se sente escravo
Pode considerar-se realmente livre
Que o que dá ao amor rara qualidade
É a sua timidez envergonhada
Entregai-vos ao travo doce das delicias
Que filhas são dos seus tormentos
Porém, não busqueis poder no amor
Que só quem da sua lei se sente escravo
Pode considerar-se realmente livre
domingo, 24 de junho de 2012
sexta-feira, 22 de junho de 2012
quarta-feira, 20 de junho de 2012
Trechos do forró
Como falta pouco para o são joão, eu resolvi postar algumas músicas de forró mais populares nessa época.
Fala pra todo mundo que o seu maior erro foi eu
Na verdade eu nem sei o que fiz pra você me deixar
Me desculpe chorar, mas é que sinto tanta saudade
Do seu corpo sobre a nossa cama juntinho ao meu
Das carícias , dos beijos e abraços que você me deu
Você pode até não mais voltar, mas procure entender
Que ninguem vai te amar como eu isso você vai ver
As palavras que saem de mim vêm do meu coração
São palavras sensatas, sinceras não tem uma em vão
É uma pena você me escutar e não me entender
Que ninguém vai te amar como eu isso você vai ver
Se amanhã você vier me procurar
E não me achar é porque já te esqueci
Não vá pensar que eu nunca te amei
Sabes que até chorei pra você voltar pra mim.
(Flávio José)
terça-feira, 19 de junho de 2012
Morrer (Larissa Rocha)
"Coveiros, sombrios, desgrenhados,
fazei-me depressa a cova,
quero enterrar minha dor
quero enterrar-me assim nova."(Florbela Espanca)
Tenho no corpo jovem
a beleza que Afrodite me deu
mas pra quê servem encantos
se minha alma já morreu?
juventude, força, vitalidade...
para mim de nada valerão!
já que neste peito necrosado
há muito não bate um coração.
deixarei a dor da existência
suavemente...num só suspiro
pois sem ti a vida é um vazio
e eu não vivo, só respiro.
oh! e minha pobre mãe!
por me ver padecer tão nova
que desgosto ela teria, tão cedo,
em mandar cavar minha cova!
(Larissa Rocha)
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