Este é um poema simbolista como podemos perceber pelo subjetivismo, a descrição de Ismália faz nos sentirmos como num sonho, a personagem transporta-se para outra realidade que é o transedentalismo, além da preferência pela sugestão por exemplo: percebemos que Ismália se atirou da torre, se suicidou, mas o poeta descreve esse fato de maneira tão vaga e imprecisa que os não acostumados com poesia talvez precisem ler mais de uma vez para interpretar. Quando Ismália enlouqueceu, Pôs-se na torre a sonhar... Viu uma lua no céu, Viu outra lua no mar. No sonho em que se perdeu, Banhou-se toda em luar... Queria subir ao céu, Queria descer ao mar... E, no desvario seu, Na torre pôs-se a cantar... Estava perto do céu, Estava longe do mar... E como um anjo pendeu As asas para voar... Queria a lua do céu, Queria a lua do mar... As asas que Deus lhe deu Ruflaram de par em par... Sua alma subiu ao céu, Seu corpo desceu ao mar... (Alphonsus de Guimaraens)
ANSEIOS
ResponderExcluirSe alguém não lhe oferecer abrigo
Eu lhe darei meu coração.
Quando você chorar
Estarei ao teu lado para secar suas lágrimas
Se o sol não brilhar o seu dia
Te darei meu sorriso.
Quando as estrelas surgirem no seu firmamento
Eu lhe darei meu infinito
Se faltar-lhe um abraço
Eu te darei meu afeto
Quando a fonte da paixão secar, eu lhe darei o mar.
Sua amizade me basta
Seu carinho procuro
Seu amor eu anseio
Sua paixão eu desejo.
Você é meu caminho, meu atalho e minha estrada
Sem você meus sentidos me negam
Minha alma me trai
Meus sentimentos se perdem...
Seu coração é nossa aliança
Seus lábios, minha esperança...
A esperança de sentir o gosto do seu mel,
Do seu corpo
Do seu prazer.
*( Agamenon Troyan)
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