segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Aos ombros dele (Larissa Rocha)


Nunca me canso de olhar admirada
As curvas tênues dos ombros dele,
O tom claro da sua pele,
Visão que me deixa hipnotizada 

É então que os desejos me consomem
Quando ele despe a camisa, e com o peito desnudo
Sou capaz de entregar-me em tudo
Aos músculos fortes dos ombros desse homem.

E o desejo tanto  que quase não resisto
À tentação de beijar essa fina película
Seguir com os lábios a linha da clavícula
Até o esterno, onde repousa uma medalha do cristo!



3 comentários:

  1. Olá Larissa! Vim até seu blog agradecer pelo comentário no site As Tormentas. Também fiquei curioso curioso com seus poemas e resolvi saber um pouco mais.
    Gostaria de te convidar para o meu blog Vida Viva Poemas e já fico inscrito aqui no seu. Sabe, algumas coisas que eu noto em relação a poesia é que algumas realmente nos chamam a atenção, não tanto pelo que está escrito, mas pela maneira como foi escrita. Não sei te explicar direito, mas acho isso uma coisa estranha e, ao mesmo tempo, fascinante. Eu não tenho muito conhecimento nessa área, apenas escrevo umas coisinhas quando tenho alguma inspiração, e também não tenho tempo pra me dedicar mais.
    Bom, te deixo meu link e, talvez possamos conversar qualquer dia, ok?

    Ah, com relação a frase do seu perfil: "sou uma amante do céu e das estrelas,uma velha alma rock'n roll,romantica,cientista e lunática."

    Adorei isso!!

    Um abraço e parabéns por seu trabalho!

    http://www.vidavivapoemas.blogspot.com.br/

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Não tenho ambições nem desejos.
Ser poeta não é uma ambição minha,
É minha maneira de estar sozinho.
(Fernando Pessoa)